segunda-feira, 19 de julho de 2010

QUEM EU SOU? E EM QUEM EU ACREDITO?


Quem Eu Sou? E em Quem Eu Acredito?

Todas as vezes em que o tema “Religião” é discutido, invariavelmente, surge um repertório vasto de opiniões, umas apaixonadas, outras raivosas, muitas céticas e outras tantas sem qualquer fundamento lógico ou científico. Não há como falar no assunto sem que alguém verbalize raivosamente, utilizando argumentos como: inquisição, fé, fanatismo, pedofilia, exploração da fé alheia, terrorismo, etc. Isso tudo cria em torno do assunto uma confusão insuperável, uma miscelânea de idéias jogadas ao vento, como que se o ser humano fosse incapaz de, por si só, pensar com a própria cabeça, e decidir os rumos da própria vida.

Muito embora não possa ser vista só por este aspecto, a religião é uma forma de cooptação de pessoas, de obter um comportamento adequado, de condicionar posturas e de harmonizar a sociedade através de um comportamento digno e respeitoso para como todos. Isso significa que a religião permite o acesso a um poder extraordinário, poder de liderar e condicionar comportamentos, poder de mando e se se fazer obedecer. Isso é uma tentação para muitos, um atrativo para pessoas de má índole, ciosas de poder e riquezas. Portanto, a confusão que vemos espalhada pelo mundo é fruto da cobiça pelo poder religioso, ocasião em que: “Levados pelo amor ao dinheiro, procurarão, com palavras enganosas, fazer de vocês objeto de negócios” (2 Pedro 2-3).

Assim, por mais que se pergunte, por mais que se busque a resposta, nunca chegará a uma conclusão apropriada a pessoa que não tem cultura bíblica. É preciso conhecer as Sagradas Escrituras para não se deixar ludibriar. Jesus fez referências expressas aos falsos profetas, que seriam muitos e enganariam muitas pessoas; fez também referência ao castigo que por certo cairá sobre eles, ao pronunciar “apartai-vos de mim malditos”. Jesus também afirmou que a “árvore boa dá bons frutos” e que “é pelos frutos que se conhece a árvore”, afirmando ainda que “aquele que crê em mim fará também as coisas que eu faço” e que “quem me ama guardará minha Palavra”.

Diante de toda a confusão gerada no mundo em torno dos conceitos religiosos, como saber se estamos no caminho certo? Como verificar se nossa fé católica é verdadeira ou não?

Basta verificar como vivemos! A vida que eu vivo é que dirá quem eu sou. A minha conduta e o meu proceder é que serão minhas testemunhas no dia do Juízo. A vida que eu vivi é que falará de mim diante de Deus, e de tudo que fiz ou deixei de fazer prestarei contas. Muitos dizem: “diga-me com quem andas e eu te direi quem és!”. Eu, porém, falo diferente: Diga-me como vives e eu te direi quem és e em quem tu acreditas!

Portanto, eu sou a vida que eu vivo. Se eu vivo mal, é porque sou mau. Seu eu vivo na desonestidade, é porque sou desonesto. Seu eu vivo e tenho prazer no pecado, é porque eu sou pecador. Por outro lado, se eu vivo o bem e faço o bem a todos, eu sou bom. Se eu ouço a Palavra e a ponho em prática no meu dia-a-dia, eu sou de Cristo, e nele creio e acredito. Se eu vivo uma vida justa e correta, sendo íntegro e probo, eu sou de Deus e acredito que Deus é quem ele é, o Pai, o Altíssimo, o Todo-Poderoso, que tanto amou o mundo a ponto de dar-nos o Cristo como Salvador, e Maria Santíssima como medianeira de todas as Graças.

Assim, pois, vivamos praticando o Direito e a Justiça, imitando as virtudes de Jesus Cristo Senhor Nosso, ouvindo a Palavra e a colocando em prática no nosso dia-a-dia.

Tenham todos uma feliz semana.

A Paz de Jesus e o Amor de Maria!

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