quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Oração Pedindo a Armadura de Deus.



Pai Celeste, eu agora, pela fé, clamo a proteção da vossa armadura, para que eu possa permanecer firme contra satanás e todas as suas hostes e, no Nome do Senhor Jesus, vencê-las. Eu tomo a Vossa Verdade contra as mentiras e os erros do inimigo astucioso. Eu tomo a Vossa Justiça para vencer os maus pensamentos e as acusações de satanás. Eu tomo o Equipamento do Evangelho da Paz e deixo a segurança e os confortos da vida para combater o inimigo.

E, acima de tudo, eu tomo a Vossa Fé para barrar o caminho da minha alma às dúvidas e incredulidades. Eu tomo a Vossa Salvação e confio em vós para proteger meu corpo e minha alma contra os ataques de satanás. Eu tomo a Vossa Palavra e oro para que o Espírito Santo me capacite a usá-la eficazmente contra o inimigo, a cortar toda escravidão e a libertar todo cativo de satanás, no poderoso e conquistador Nome de Jesus Cristo, meu Senhor.

Eu me visto desta Armadura, vivendo e orando em completa dependência de Ti, bendito Espírito Santo. Amém!

 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

SÃO BRÁS ROGAI POR NÓS.


São Brás
(em Latin S.Blasius, em Catalão Blai, em Francês Blaise, em Espanhol Blas.)
Ficou famoso porque retirou de uma criança, sem nenhum instrumento um espinho que o mesmo tinha na garganta. Por isso é considerado padroeiro das doenças da garganta e no dia de sua festa, 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas do interior do Brasil, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.Morreu em 316, foi bispo de Sebaste na Armênia. Quando as perseguições começaram sob o Imperador Dioclecius (284-305), Braz fugiu para uma caverna onde ele cuidou dos animais selvagens. Anos mais tarde, caçadores o encontraram e o levaram preso para o governador Agricolaus, da Capadócia na Baixa Armênia, durante a perseguição do então Imperador Licinius Lacinianus (308-324). Braz foi torturado com ferros em brasa e depois foi decapitado. O costume de abençoar as gargantas no seu dia continua até hoje e em alguns locais são usadas nas cerimonias comemorativas e velas. As velas são usadas porque a mãe do menino curado por São Braz, levou para ele velas na prisão. Muitos eventos miraculosos são mencionados nos estudos sobre São Braz e ele muito venerado na França e Espanha. Suas relíquias estão em Brusswick, Mainz, Lubeck, Trier e Cologne na Alemanha. Na França em Paray-le-Monial. Em Dubrovnik na antiga Iugoslávia e em Roma, Taranto e Milão na Itália. Na liturgia da Igreja Católica São Braz é mostrado com velas nas mãos e em frente a ele, uma mãe carregando uma a criança com mão na garganta, como pedindo para ele curá-la. Daí se originou a bênção da garganta no seu dia. Alguns interpretam como sendo uma mãe pedindo a benção de São Braz para a garganta do filho. Após se tornar um bispo, durante a perseguição dos cristãos recebeu uma mensagem Divina para se esconder nas colinas para escapar. Os homens que o caçavam descobriram um caverna cercada de animais selvagens que estavam doentes. Dentro da caverna estava São Braz, que andava entre eles, sem que os animais o atacassem. Reconhecido como bispo foi levado para julgamento. No caminho de volta ele convenceu um lobo a soltar um porco que pertencia a uma camponesa. A sentença foi para que morresse vagarosamente de fome na prisão. Duas mulheres o visitaram na prisão. A do porco que levava de uma maneira muito engenhosa comida para ele, e a outra a do menino que levava velas. Lá pelas tantas, como São Braz não parecia definhar de fome, o governador mandou decapitá-lo. Ele é padroeiro dos animais selvagens.
É padroeiro dos Veterinários junto com Santo Egídio.
A bênção das gargantas é feito da seguinte forma: Duas velas são abençoadas, e seguras ligeiramente abertas e comprimidas de encontro a garganta do doente e a benção então é pronunciada.
Bem, prezados amigos, eis mais um dos extraordinários santos da história do Cristianismo.
São Brás, rogai por nós e livrai-nos dos males da GARGANTA, amém.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

31 de Janeiro, dia de Dom Bosco.


Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas 2 anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve.

Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: “Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela”. Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal.

Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo.

Dom Bosco, criador dos oratórios. Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje.

São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicado à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!


domingo, 30 de janeiro de 2011

Maria Santíssima - Modelo de Paciência!



Patientia vobis necessaria est: ut volutatem Dei facientes reportetis promissionem -- «A paciência vos é necessaria, a fim de que fazendo a vontade de Deus alcanceis a promessa» (Heb. 10, 36)

Sumario. Deu-nos Deus a Santíssima Virgem como exemplar de todas as virtudes, mas especialmente da paciência. Semelhante á rosa, ela cresceu e viveu sempre entre os espinhos da tribulação. Se, portanto, quizermos ser filhos desta Mãe, força é que procuremos imitá-la, abraçando com resignação as cruzes; e não sómente as que nos vierem directamente de deus, mas também as que vierem da parte dos homens, tais como sejam as perseguições e os despresos.

I. Sendo esta terra um lugar de merecimentos, chama-se com razão vale de lágrimas. Todos somos aqui postos para padecer, e fazer, por meio da paciência, aquisição das nossas almas para a vida eterna, como já disse o Senhor: In patientia possidebitis animas vestras [1] -- «Na paciência possuireis as vossas almas». Deus nos deu a Virgem Maria para exemplar de todas as virtudes, ms especialmente da paciência. Pondera entre outras coisas São Francisco de Sales, que foi exatamente para este fim que nas bodas de Caná, Jesus Cristo deu á Santissima Virgem aquela resposta, com que mostrava estimar pouca as suas suplicas: Quid mihi et tibi est, mulier? -- «Que há entre mim e ti, mulher?» Foi exactamente para nos dar o exemplo da paciência da sua Santa Mãe.

Mas que andamos excogitando? Toda a vida de Maria foi um exercicio continuo de paciência; porquanto, como o Anjo revelou a Santa Brigida, a Bemaventurada Virgem, semelhante á rosa, cresceu e viveu sempre entre os espinhos das tribulações. Só a compaixão das penas do Redentor foi suficiente para fazê-la martir de paciência, razão porque disse São Boaventura: Cruxifixa Cruxifixum concepit -- «A Crucificada concebeu o Crucificado». – E quanto ela sofreu, tanto na viagem para o Egipto e na demora ali, como durante todo o tempo que viveu com o Filho na oficina de Nazaré, não cansemos de aprecia-lo dignamente. Mas deixando o mais de lado, não basta por ventura só a campanha que Maria fez a Jesus moribundo no Calvario, para fazer conhecer quão constante e sublime foi a sua paciência? Stabat iuxta crucem Iesu Mater eius [2] -- «Ao pé da cruz de Jesus estava sua Mãe». No dizer do B. Alberto Magno, precisamente pelo merecimento desta sua paciência foi ela feita nossa Mãe que compadecendo com o seu Filho nos gerou para a vida da graça: Maria facta est mater nostra, quos genuit Filio compatiendo.

II. Se desejamos ser filhos de Maria, é preciso que procuremos imita-la na paciência, suportando em paz tanto as cruzes que nos vierem directamente de Deus, isto é, a pobresa, as desconsolações espirituais, a enfermidade e a morte; como também as que nos vierem directamente da parte dos homens, perseguições, despresos, injurias e seduções. S. Gregório explicando este trecho de Oseias: Saepiam viam tuam spinis [1] -- «Fecharei o teu caminho com espinhos», diz que assim como a sebe de espinhos guarda a vinha, assim Deus cerca de tribulações os seus servos, para que não se afeicoem ao mundo. De modo que, conclui São Cipriano, a paciência é a virtude que nos livra do pecado e do inferno, e enriquece-nos com merecimentos na vida presente e com a glória na outra. – É a paciência que faz os Santos, como diz São Tiago Patientia autem opus perfectum habet, ut sitis perfecti et integri in nullo deficientes [2]. Por esta razão São João viu todos os Santos com palmas (simbolo do martirio) nas mãos [3]; o que significa que todos os adultos que se salvam, devem ser martires, ou de sangue ou de paciência. «Alegremo-nos, pois», exclama São Gregório: «se sofrer-mos com paciência as penas desta vida, podemos ser martires, sem o ferro dos algozes.» Oh, quanto nos aproveitará no céu cada pena sofrida por amor de Deus! – Se alguma vez o peso da cruz se nos afigurar demasiadamente duro, recorramos a maria, que é chamada a medicina dos corações angustiados e a consoladora dos aflitos.

Ah! Senhora minha suavissima! Padecestes inocente com tanta paciência. E eu, réu do inferno, recusarei padecer? Minha Mãe, peço-vos hoje esta graça, não de ficar livre das cruzes, mas de suportá-las com paciência. Por amor de Jesus vos peço, que sem tardar me alcanceis de Deus esta graça; de vós a espero. (*I 269)

Retirado de: MEDITAÇÕES de Santo Afonso Maria de Ligório - Tomo I

Fonte: http://oracoestradicionais.blogspot.com/2011/01/maria-santissima-modelo-de-paciencia.html


Sete Domingos em Honra a São José!



Oração:

Pois sois santo sem igual e de Deus o mais honrado:
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Antes que tivesteis nascido, já fosteis santificado, e ao eterno destinado para ser favorecido: nascesteis de esclarecida linhagem e sangue real.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Vossa vida foi tão pura que em tudo sois em segundo depois de Maria, o mundo não viu mais santa criatura; e assim foi a vossa ventura e entre todos sem igual.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Vossa santidade declara aquele caso soberano, quando em vossa santa mão floresceu a seca vara; e para que ninguém duvira, fez o céu esta sinal.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Á vista deste milagre, todo o mundo vos respeitava, e parabéns vos dava com alegria e contentamento; publicando o casamento com a Rainha Celestial.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Com júbilo recebesteis a Maria por esposa, Virgem pura, santa, linda, com a qual feliz vivesteis, e por ela conseguisteis dons e luz celestial.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Ofício de carpinteiro exercitasteis em vida, para ganhar a comida para Jesus, Deus verdadeiro, e a vossa Esposa, luzeiro, companheira virginal.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
A vós e Deus com terno amor dava a um ao outro vida, Vós o com a comida, e Ele a Vós com seu sabor: Vós lhe desteis o suor, e Ele vos deu a vida imortal.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.
Vós fosteis a concha fina, onde com inteireza se conservou a pureza daquela Pérola Divina, vossa Esposa e Mãe digna, a qual nos tirou do mal.
Sede, São José, nosso advogado nesta vida mortal.

Primeiro Domingo:

A dor: Quando estava disposto a repudiar a sua Imaculada esposa.

A alegria: Quando o Arcanjo lhe revelou o sublime mistério da encarnação.

Oh! castíssimo esposo de Maria, glorioso São José, que aflição e angustia a do vosso Coração na perplexidade em que estavas sem saber se devias abandonar ou não a vossa esposa sem mancha! mas qual não foi também vossa alegria quando o anjo vos revelou o grande mistério da Encarnação!

Por essa dor e essa alegria vos pedimos que consoleis o nosso Coração agora e nas nossas últimas dores, com a alegria de uma vida justa e de uma santa morte semelhante á vossa, assistidos por Jesus e Maria.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Segundo Domingo

A dor: Ao ver nascer o menino Jesus na pobreza.

A alegria: Ao escutar a harmonia do coro dos anjos e observar a glória dessa noite.

Oh! Bem-aventurado patriarca, glorioso São José, escolhido para ser pai adotivo do Filho de Deus feito homem: a dor que sentisteis vendo nascer o menino Jesus em tão grande pobreza se mudou de certo em alegria celestial ao ouvir o harmonioso concerto dos anjos e ao contemplar as maravilhas daquela noite tão resplandecente.

Por essa dor e essa alegria alcançai-nos que depois do caminho desta vida possamos ir escutar as adorações dos anjos e gozar dos resplendores da glória celestial.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Terceiro Domingo

A dor: Quando o sangue do menino Salvador foi derramado na sua circuncisão.

A alegria: Ao ouvir o nome de Jesus.

Oh! executor obedientíssimo das leis divinas, glorioso São José: o sangue preciosíssimo que o Redentor menino derramou na sua circuncisão vos traspassou o coração; mas o nome de Jesus que então lhe deram, vos confortou e encheu de alegria.

Por essa dor e essa alegria alcançai-nos viver separados de todo o pecado, a fim de expirar alegres, com o santíssimo nome de Jesus no Coração e nos lábios.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Quarto Domingo

A dor: A profecia de Simão, ao predizer os sofrimentos de Jesus e de Maria.

A alegria: A profecia da salvação e gloriosa ressurreição de inumeráveis almas.

Oh! Santo fidelíssimo, que tivesteis parte nos mistérios da nossa redenção, glorioso São José; ainda que a profecia de Simão acerca dos sofrimentos que deviam passar Jesus e Maria vos causou dor mortal, sem dúvida vos encheu também de alegria, anunciando-vos ao mesmo tempo a salvação e ressurreição gloriosa que dali se seguiria para um grande número de almas.

Por essa dor e por essa alegria consegui-nos de sermos do número dos que, pelos méritos de Jesus e a intercessão da bem-aventurada Virgem Maria, haverão de ressuscitar gloriosamente.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Quinto Domingo

A dor: No seu trabalho de educar e servir o Filho do Altíssimo, especialmente na viagem para o Egipto.

A alegria: Ao ter sempre com ele o Deus verdadeiro, e vendo a queda dos ídolos do Egipto.

Oh! custodio vigilante, familiar íntimo do Filho de Deus feito homem, glorioso São José, o quanto sofrestes tendo que alimentar e servir o Filho do Altíssimo, particularmente na vossa fuga para o Egipto! Mas quão grande foi também a vossa alegria tendo sempre convosco o mesmo Deus e vendo derrubados os ídolos do Egito.

Por essa dor e essa alegria, alcançai-nos afastar para sempre de nós o tirano infernal, sobretudo fugindo das ocasiões perigosas, e derrubar no nosso coração todo ío dolo de afecto terreno, para que, ocupados em servir Jesus e Maria, vivamos tão somente para eles e morramos alegres no seu amor.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Sexto Domingo

A dor: Ao regressar á sua Nazaré por medo de Arquelau.

A alegria: Ao regressar com Jesus do Egipto a Nazaré e a confiança estabelecida pelo anjo.

Oh! anjo da terra, glorioso São José, que pudesteis admirar o Rei dos céus, submetido aos vossos mais mínimos mandatos; ainda que a alegria ao trazer-lhe do Egipto se mudou por temor de Arquelau, sem dúvida, tranquilizado logo pelo anjo, vivesteis feliz em Nazaré com Jesus e Maria.

Por essa dor e essa alegria, alcançai-nos a graça de desterrar do nosso Coração todo o temor nocivo, possuir a paz de conciência, viver seguros com Jesus e Maria e morrer também assistidos por eles.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

Sétimo Domingo

A dor: Quando sem culpa perde Jesus, e o busca com angustia por três dias.

A alegria: Ao encontrá-lo no meio dos doutores no Templo.

Oh! modelo de toda santidade, glorioso São José, que havendo perdido sem culpa vossa o menino Jesus, o buscasteis durante três dias com profunda dor, até que, cheio de alegria, o achasteis no templo, no meio dos doutores.

Por essa dor e essa alegria, vos suplicamos com palavras saidas do coração, intercedais em nosso favor para que jamais nos suceda perder Jesus por algum pecado grave.

Mas, se por desgraça o perdermos, fazei que o busquemos com tal dor que não achemos sossego até encontrá-lo benigno sobre tudo na nossa morte, a fim de irmos para céu e cantar eternamente convosco as suas divinas misericórdias.

Pai-Nosso, Ave-Maria e Glória.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Padre Evaldo Petry Celebra Missa no Santuário Nossa Senhora da Oliveira

Os grupos Água Viva, Chama de Amor e Amigos da Canção Nova uniram esforços para a realização da missa carismática, que foi celebrada pelo Padre Evaldo Petry.


O Santuário Nossa Senhora da Oliveira estava lotado.






Foi um momento intenso, de muitas graças.



5 de outubro - Dia de Santa Faustina

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