![]() |
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro |
E QUANTO ÀS ACUSAÇÕES DE IDOLATRIA E ADORAÇÃO DE
IMAGENS?
Tenho certeza que você, querido leitor, já se deparou
com os questionamentos oriundos do meio protestante, nos quais, muitas vezes,
somos acusados de idólatras e adoradores de imagens.
Os fundamentos das acusações normalmente são retirados
do capítulo 20 do Livro do Êxodo e dos Salmos 115 (Heb), 4-8 (113, 12-16 na
versão grega) e 134 (Heb 135) 15-18.
Vou demonstrar que tais citações e passagens não se
aplicam às imagens católicas, muito menos aos ícones e estatuetas representativos
da Santíssima Virgem Maria, de São José, dos santos, dos anjos e de Nosso
Senhor Jesus Cristo.
Vamos ver o que nos revela o capítulo 20 do Livro do
Êxodo:
"1. Então Deus pronunciou todas estas
palavras: 2. “Eu sou o Senhor teu Deus, que te fez sair do Egito, da casa da
servidão. 3. Não
terás outros deuses diante de minha face. 4. Não farás para ti escultura, nem
figura alguma do que está em cima, nos céus, ou embaixo, sobre a terra, ou nas
águas, debaixo da terra. 5. Não te prostrarás diante delas e não lhes prestarás
culto. Eu sou o Senhor, teu Deus, um Deus zeloso que vingo a iniqüidade dos
pais nos filhos, nos netos e nos bisnetos daqueles que me odeiam, 6. mas uso de
misericórdia até a milésima geração com aqueles que me amam e guardam os meus
mandamentos. 7).”[1]
Em primeiro lugar, é preciso fixar-se no tempo, para
verificar quando ocorreu o êxodo de Israel do Egito e qual a realidade vivida
pelo povo naquela circunstância.
A narrativa se refere ao ano aproximado de 1250 a.C.
(um mil, duzentos e cinquenta anos antes de Cristo), quando Moisés liderou a
saída do povo israelita do Egito. Note-se que a Palavra diz claramente “que te
fez sair do Egito”, principal e mais poderoso país da antiguidade, onde os
hebreus permaneceram durante 400 (quatrocentos) anos desde a chegada de Jacó e
seus filhos.
Em outras palavras e voltando um pouco mais no tempo,
observa-se que Jacó e seus filhos, dos quais se originaram as 12 (doze) tribos
de Israel, chegaram ao Egito por volta de 1650 a.C., deixaram o país dos faraós
em 1250 a.C., tendo, portanto, a nação dos hebreus se formado a partir dos
filhos de Jacó e permanecido no Egito durante 4 (quatro) séculos, período no
qual foram paulatinamente reduzidos à condição de escravos, sendo, por fim,
libertados pela mão poderosa de Deus e de seu instrumento Moisés.
Durante a longa estada no Egito, os descendentes de
Jacó se multiplicaram de modo a constituir uma populosa nação dentro do próprio
Egito, despertando, inclusive, a inquietação das lideranças egípcias.
Durante esses quatro séculos, os judeus,
principalmente após a morte de José, filho de Jacó e Raquel, foram oprimidos e
submetidos à cultura e à religião egípcia. Muitas vezes foram constrangidos a
assumir o modo de vida egípcio, além de cultuar suas divindades e de esculpir
monumentos em homenagem aos deuses do Egito.
Isso obviamente ofendeu muito a fé do povo israelita, lembrando
que Israel era a única nação monoteísta do mundo antigo e formava o único povo
que realmente conhecia a Deus. Muitos, no entanto, acabaram aderindo às
práticas idólatras e politeístas dos egípcios, sendo intuitivo que houve grave
prejuízo à identidade religiosa do povo de Israel, muito embora tal identidade em
nada pudesse ser extinta por conta das promessas feitas por Deus ao patriarca
Abraão.
Desta forma, já orientados e fixados no tempo,
observa-se que, para compreender adequadamente a citação antes transcrita,
também é preciso estudar a história do Egito e a sua religião, para, então,
compreender o que real e verdadeiramente significam as expressões constantes no
capítulo 20 do Livro do Êxodo.
Pois bem, vamos a um rápido estudo sobre a religião
dos egípcios.
Como falado anteriormente, o Egito, como as demais
nações do mundo antigo, era politeísta, ou seja, os egípcios adoravam a vários
deuses, cada um deles com suas características e especialidades próprias. Além
disso, a religião era baseada no culto de seres com representação antropozoomórfica,
ou seja, que eram, no mais das vezes, parte humano e parte animal, ou, ainda,
zoomórfica, quando a divindade cultuada tinha unicamente o aspecto animal.
A principal divindade cultuada pelos
egípcios era “Amon-Rá” (vide à esquerda), cujos templos eram Luxor e Carnac.
Tal deus era o “sol que dá vida ao país” e sua representação tinha a figura
humana de um rei com duas plumas no lado direito da cabeça, sendo, por vezes,
representado pelas figuras zoomórficas de um carneiro ou de um ganso. “Amon-Rá”
era o “sol”, ou seja, conforme a referência bíblica antes mencionada, “aquele
que está em cima, nos céus”, lembrando que os egípcios adoravam os astros,
especialmente o sol.
![]() |
Amon-rá |
Outra divindade cultuada pelos
egípcios era “Anúbis”, o chamado “mestre dos cemitérios”, que presidia as
mumificações, pesava os corações dos mortos para saber-lhes a sorte que se
adviria no além da vida. Este é o que estaria “debaixo da terra” e tinha a
cabeça de cachorro selvagem (chacal) e corpo humano (vide imagem abaixo).
![]() |
Anúbis |
As divindades que estariam “nas águas” ou “sobre a
terra” poderiam ser claramente um dos tantos deuses com aspecto zoomórfico
cultuados pelos egípcios, referidos como “aves, quadrúpedes e répteis” por São
Paulo na Carta aos Romanos (Capítulo 1, versículo 23). Vários deuses egípcios
tinham forma de crocodilo (sobeck, ligado à ideia de terror e aniquilamento,
apontado como devorador do coração de outra divindade egípcia referia como
Osíris), porco-formigueiro (Set, apontado como responsável pelas guerras e pela
escuridão) ou cabeça de aves de rapina (Hórus, que era representado com cabeça
de falcão, sendo cultuado como o protetor dos faraós).
Portanto, conforme a exposição acima, as imagens que
Deus proibiu quando estabeleceu as condições de sua aliança são as figuras
representativas dos deuses do Egito e, eventualmente, outros ídolos dos povos
da Mesopotâmia, observando-se que por onde Moisés passava os ídolos desmoronavam,
rotina que foi reeditada por Nosso Senhor Jesus Cristo quando de sua oportuna,
necessária e breve passagem pelo Egito enquanto a Sagrada Família fugia das ira
impiedosa de Herodes e se mantinha fora de sua jurisdição na Terra dos Faraós.
Alguns dos deuses do Egito também eram cultuados na Europa pré-cristã,
observando que o culto cristão fez ruir todos esses ídolos e Jesus assumiu
definitivamente a condição de Luz do Mundo.
Isso significa dizer, conforme demonstrado, que as
imagens que Deus proíbe são das imagens representativas dos ídolos pagãos, da
religião egípcia e das suas influências que eram muito disseminadas no mundo
antigo nos mais variados lugares.
Isso tanto é verdade que o próprio Deus, no mesmo
Livro do Êxodo, porém agora no capítulo 25, versículo 18, mandou Moisés
providenciar que fossem esculpidas imagens de dois querubins de ouro para serem
colocados um de cada lado da Arca da Aliança. Mais diante, no Livro dos
Números, capítulo 21, versículo 8, Deus mandou esculpir a imagem de uma
serpente de bronze para curar os picados pelas serpentes que infestavam o
acampamento; imagem esta que o próprio Jesus Cristo fez menção no Evangelho,
comparando a elevação da serpente de bronze à sua própria elevação na cruz
(João 3,14). Ainda mais um pouco, Deus ordenou a Salomão que esculpisse imagens
de dois leões, bois e querubins para serem colocados no templo (I Reis 7, 29; e
II Crônicas 3 e 4).
Isso deixa claro que as imagens proibidas são
justamente aquelas que representam deuses pagãos, ou seja, os deuses do Egito,
os quais foram “despedidos de mãos vazias” por Deus, pois eram usurpadores da
glória que somente a Deus é devida. Com efeito, não é “Amon-rá” a luz do mundo,
mas Jesus Cristo, o Filho de Deus.
Importa, igualmente, observar que, no Antigo
Testamento, não havia e não se podia representar qualquer imagem de Deus, pois
sequer seu Santo Nome podia ser pronunciado. Entretanto, sabemos que, em
Cristo, Deus assume a forma humana, ou seja, encarna-se e se faz matéria, razão
pela qual cremos, a partir de Cristo, a matéria se torna canal da graça de
Deus. No Antigo Testamento, Deus não podia ser visto, porém, depois de Cristo,
passa a ter uma imagem, Jesus Cristo, a imagem do Deus invisível, conforme
Colossenses 1,15, lembrando, ainda, das palavras de Jesus: “Aquele que me viu,
viu também o Pai” (João 14, 9).
Também lembramos que a Tradição nos ensinou que Jesus
deixou sua própria imagem impressa no tecido utilizado por Verônica para
enxugar a sua face durante o trajeto de Jesus com a cruz às costas rumo ao
Monte Calvário.
Dessa forma, resumidamente, nós tempos imagens, porque
o próprio Senhor Jesus é uma imagem do Deus invisível e por que Ele mesmo quis
deixar sua imagem em nós e para nós.
Compreendida essa questão, precisamos definir de modo didático
e acessível o que é “idolatria”, para, assim, deixar as pessoas tranquilas,
confiantes e livres de qualquer inquietação, lembrando que tudo o que vem do
Espírito Santo deixa a alma tranquila e em paz.
Antes, porém, observo que não é o objetivo desta
pequena obra ser teológica, técnica, científica ou esquematizada em doutrinas e
conceitos. O objetivo do autor é se fazer compreender por qualquer pessoa, seja
qual for seu nível de escolaridade.
Portanto, convido você a exercitar a seguinte dinâmica
para estabelecer o que é e o que não é “idolatria”.
Lembre que idolatria é algo que aponta para o mundo, ou
seja, é essencialmente mundana, fazendo com que as pessoas esqueçam a Deus e se
ocupem exclusivamente com coisas do mundo, com divertimentos, distrações, passatempos,
passeios ociosos, prazeres, satisfação de deleites carnais, egocentrismo,
secreta preferência de si mesmo, trabalho excessivo e atentatório contra a
própria saúde, ganância (culto a Mamom). As devoções e a prática religiosa
verdadeira, pelo contrário, abrem nossos olhos, livram-nos da cegueira
espiritual e nos mostram o caminho para o Céu, nos fazendo relativizar tudo o
que não contribui para a nossa salvação.
Entre as idolatrias modernas, além do que mencionei
até aqui, também temos o trabalho excessivo[2]
com o objetivo de ter tudo o que foi mencionado no parágrafo anterior, a
corrupção e todos os pecados referentes a obtenção ilícita de dinheiro, o apego
às vaidades, o culto do corpo, das aparências, das ilusões, o apego às próprias
convicções. Quantos que arruínam a própria saúde e a própria vida motivados por
ganância e vaidades!
Insisto, idolatria é tudo que aponta para o mundo e
que nós colocamos no lugar de Deus, muitas vezes sufocando a verdade ou, como
se diz popularmente, “tapando o sol com a peneira”.
Uma pessoa que passa duas horas na frente de um
televisor assistindo um filme, novela ou jogo de futebol e não tem tempo para
rezar um terço ou para ir à Missa é um idólatra, pois dedica seu tempo
unicamente a coisas que não levam à salvação e não remetem a Deus. Com efeito,
quem se entrega às distrações do mundo desperdiça precioso tempo destinado à
nossa salvação e à obtenção de méritos para a eternidade.
Quem trabalha demais para ter um padrão de vida “invejável”
e não tem tempo para Deus é um idólatra, pois bem sabe que não levará nada de
seus esforços após sua morte.
Tudo o que colocamos no lugar de Deus ou que nos
mantém distraídos durante o tempo que temos para buscá-Lo é idolatria, com
clara e evidente violação do primeiro mandamento: “Amar a Deus sobre todas as
coisas”.
Lógico que precisamos trabalhar, descansar e ter
momentos de lazer, mas isso não pode nos consumir a ponto de não sobrar tempo
algum para Deus, pois sempre temos tempo para aquilo que amamos.
É uma questão de prioridades que exige uma ponderação
equilibrada, até por que há formas de estar unido a Deus mesmo em meio às
ocupações habituais, o que significa dizer que o trabalho produtivo não é
empecilho à união com Deus, mas o trabalho feito com excessos motivados pela
ganância e pela ilusão incontida de ter sempre mais e ostentar um padrão de
vida opulento que configura idolatria, pois a pessoa se distrai, perde o foco
do Céu e desperdiça tempo precioso esquecendo-se de Deus.
Como todos sabemos, as coisas do mundo ficam não
mundo, ao passo que o que é Deus está em Deus. Quem não ajunta bens espirituais
em Cristo, ocupando-se em acumular bens materiais, na verdade espalha e perde
tais bens, ou, com diz a Palavra: “Não
ajunteis para vós tesouros na terra, onde a ferrugem e as traças corroem, onde
os ladrões furam e roubam. Ajuntai para vós tesouros no céu (...). Porque onde
está o teu tesouro, lá também está o teu coração” (Mateus 6, 19-20) e “Quem não está comigo está contra mim; e quem
não ajunta comigo, espalha” (Mateus 12, 30).
O equilíbrio na administração dos bens vem com a consciência
e a sobriedade, pois o Senhor bem sabe que precisamos dos bens materiais, porém
exige que priorizemos o Reino, prometendo que “todas essas coisas vos serão dadas em acréscimo” (Mateus 6, 33).
No mais, observo que o diabo é um mestre distraidor! Um
astuto estrategista do ócio e das ocupações inúteis!
As distrações nos prendem ao mundo, nos fazem perder
tempo precioso e nos fazem esquecer o Céu, enfim, nos entorpecem e nos
adormecem. A graça, no entanto, nos sacode: “Desperta tu que dormes” (Efésios 5, 15).
Note-se que, não por acaso, as pessoas que mais ganham
dinheiro no mundo são justamente as pessoas que “vendem” distrações, enfim,
tudo o que nos faz perder tempo com coisas que não levam à salvação e nos fazem
esquecer de Deus, único, eterno e imutável bem.
Isso tudo que nos ocupa e nos faz esquecer Deus é
idolatria!
A fé verdadeira e a graça de Deus dispensada por Maria
Santíssima, pelo contrário, aponta para o Céu e nos faz trocar as coisas do
mundo pelo Reino dos Céus, nos faz aproveitar bem o tempo para cooperar com
nossa salvação e obter méritos para a eternidade, além de ajudar as outras
pessoas a seguirem o mesmo caminho.
Assim exortou o Apóstolo: “Vigiai, pois, com cuidado sobre a vossa conduta: que ela não seja
conduta de insensatos, mas de sábios que aproveitam ciosamente o tempo, pois os
dias são maus” (Efésios 5, 15-16). Assim já havia ensinado o Senhor: "Vigiai, pois, porque não sabeis a
hora em que virá o Senhor” (Mateus 24, 42).
As devoções estimuladas pela Igreja têm justamente o
objetivo de nos centrar na fé verdadeira e nos direcionar para o Céu, nos
encorajando a colocar em prática os ensinamentos de Jesus e viver sempre na sua
companhia, aproveitando o precioso tempo que temos.
O calendário litúrgico nos permite aproveitar bem o
tempo durante o ano todo.
Feitas estas observações, pergunto a você: A devoção à
Santíssima Virgem Maria nos fixa no mundo ou nos remete e nos faz lembrar o
Céu?
Lembrem-se do que falou Nossa Mãe Maria Santíssima nas
Bodas de Caná, quando disse: “Fazei tudo
o que Ele vos disser” (João 2, 1-12).
É lógico que Maria nos remete ao Céu! Nos encaminha
para o Céu! Maria nos desperta da cegueira e nos mantém acordados durante nossa
peregrinação na terra.
Mesmo quando nos socorre em relação a necessidades
unicamente temporais, como é o caso de desemprego, problemas de saúde ou outras
situações aflitivas, Maria sempre tem em vista o Céu e, além da graça que socorre
a situação momentânea, assinala seus filhos e os chama ao convívio de Jesus
Cristo, convívio do qual Maria desfruta desde sempre, juntamente com o
Patriarca São José. Lembre que uma mãe quando leva um filho à escola ou quanto
o repreende e castiga, faz isso para o bem do filho e para que a criança tenha
um bom futuro e uma boa formação, mas sempre a leva para casa depois das aulas,
sempre mantém o filho perto de si na segurança e no aconchego do ambiente
familiar.
Lembre que Maria é fidelíssima esposa do Espírito
Santo e, assim como as obras do Paráclito são sempre completas, observamos que
quando a Mãe do Senhor nos ajuda em questões temporais, também nos encaminha
nas questões espirituais de modo que, quando ajuda uma pessoa a obter um bom
emprego, Maria também deixa nesta mesma pessoa marcas tão profundas que ela vai,
por conta da graça de Deus dispensada por Maria, acabar encontrando Jesus e
sendo salva por Ele.
Então a devoção à Santíssima Virgem não é
idolatria!... A devoção a São José não é idolatria!... As devoções
legitimamente autorizadas pela Igreja não são idolatria!...
Mas, por outro lado, observamos que a preocupação
exagerada com a forma do corpo, com a ostentação de uma vida rica, o apego
exagerado às coisas, às pessoas, ao dinheiro, ao futebol etc. nos prendem ao
mundo e nos fazem perder tempo com coisas mundanas, sendo, justamente por isso,
a verdadeira idolatria dos tempos modernos.
Há também a idolatria das personalidades, das
doutrinas, das opiniões, da vontade própria, do desejo de colocar-se no “centro”.
Isso tudo nos prende ao mundo, nos cega e nos faz
perder tempo com coisas do mundo, isso tudo é idolatria.
Por fim, lembremos que tudo o que fazemos em Maria e
por Maria, fazemos em Cristo e por Cristo, pois Maria, como demonstrado noutro
momento, encaminha tudo para Cristo. Tudo o que consagramos a Maria, Ela
consagra a Cristo; tudo o que pedimos a Maria, Ela pede por nós a Cristo; tudo
em Maria remete a Cristo, sendo insensatez e irresponsabilidade pensar o
contrário.
* O Trecho acima é parte integrante do livro "Por que sou devoto de Maria?!" de Marcos Suzin. Em caso de utilização deste conteúdo, favor citar a fonte e observar a Lei no tocante aos direitos autorais.
* O Trecho acima é parte integrante do livro "Por que sou devoto de Maria?!" de Marcos Suzin. Em caso de utilização deste conteúdo, favor citar a fonte e observar a Lei no tocante aos direitos autorais.