
O Silêncio de Deus
Porque silencias, amado (amor) de minh’alma?
Onde te escondes em noites (tão) escuras?
Eis que meu espírito anseia pelo Deus que salva;
Angustiada espera envolta em desventuras.
Meus inimigos alardeiam: - onde está o teu Rochedo?
Fazem indignas e injustas comparações;
Tentam a todo custo inocular-me o medo;
Eu, porém, sei que Deus é Pai, e põe à prova corações.
Nunca houve para mim um Deus estranho;
É em seu Santo Espírito que me banho;
Suportando afrontas, vindas até da própria cisterna.
Elevo ao Alto meu canto de aclamação;
Não descansarei até ver respondida a invocação;
Pois o Silêncio de Deus é aparente, e sua tardança não é eterna.
Marcos Suzin
23/04/2009 – 17:30
Porque silencias, amado (amor) de minh’alma?
Onde te escondes em noites (tão) escuras?
Eis que meu espírito anseia pelo Deus que salva;
Angustiada espera envolta em desventuras.
Meus inimigos alardeiam: - onde está o teu Rochedo?
Fazem indignas e injustas comparações;
Tentam a todo custo inocular-me o medo;
Eu, porém, sei que Deus é Pai, e põe à prova corações.
Nunca houve para mim um Deus estranho;
É em seu Santo Espírito que me banho;
Suportando afrontas, vindas até da própria cisterna.
Elevo ao Alto meu canto de aclamação;
Não descansarei até ver respondida a invocação;
Pois o Silêncio de Deus é aparente, e sua tardança não é eterna.
Marcos Suzin
23/04/2009 – 17:30