terça-feira, 9 de julho de 2013

O Verdadeiro Amor [Sofrimento, perdão, anjos, comunhão, Jesus, Dolorosa Paixão}

 

O verdadeiro amor consiste em fazer o bem, mesmo a quem nos entristece. É rezar e fazer algo, mesmo por pessoas de convivência difícil. Jesus ensinava que fazer o bem a quem nos faz o bem é algo comum, até os maus sabem fazer isso. Mas fazer o bem a quem nos molesta, nos ofende, nos machuca, nisso consiste uma virtude sólida de uma alma efetivamente evangelizada.


Não é difícil perceber que o amor e o sofrimento andam juntos. O amor sempre é ornado com uma coroa de espinhos, porque a ninguém e dado, nem mesmo a Jesus e seus amigos, amar sem sofrer. Aliás, o amor se prova justamente no sofrimento, pois na adversidade, na doença, na perda, só quem nos ama fica conosco.

Em alguns casos só Jesus nos faz companhia.

O verdadeiro sofrimento nos é provocado pelas pessoas que amamos, mas - como ensinava Padre Pio de Pietrelcina - para isso existe o perdão, e a chave do perdão é a oração. Quem não reza não sabe perdoar! E quem não perdoa não é perdoado!

Você sabia que - segundo as lições da bem-aventurada Santa Faustina - se os anjos pudessem invejar o ser humano, o fariam por dois motivos: A COMUNHÃO (os anjos dizem: "a nós não foi concedido nos alimentarmos de Deus") e o SOFRIMENTO (pois aos anjos também não foi dado assemelharem-se a Jesus).


Portanto, em momentos difíceis ore com mais instância, mais profundamente, exatamente como fez Jesus no Horto das Oliveiras (Lucas 22, 44), tendo sempre em mente que os sofrimentos desta vida não têm comparação com a glória que é reservada a todos os que se assemelharem a Jesus, observando-se que quando mais parecido com Jesus você for nas dores da paixão, mais parecido o será no esplendor da glória celeste.

Deus abençoe você....

2 comentários:

  1. Que lindo esse texto!!! tbm profundo e verdadeiro!!!.Mas é sempre preciso vivenciar para falar!!!. Que a graça de Deus que supera todo mal; Esteja em nossas vidas para que possamos colocar sempre em práticas nossa palavras!!!. Maria a mãe intercessora peça por nós!.

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  2. Odalbeto Casonatto disse:
    Embora a figura de Maria, Mãe de Jesus, desperte tanta controvérsia com nossos irmãos evangélicos, ela aparece inúmeras vezes nos textos bíblicos, confirmando sua importância nos planos divinos. E nós católicos não deixamos de venerar a Mãe de Jesus existindo nos fundamentos de nossa crença uma verdadeira devoção a seu modo de vida, isto é atitudes que tomou como mãe de Jesus e o que representou na vida de Jesus e hoje em cada um de nós seguidores do evangelho de Jesus.

    Nascimento e infância de Maria na Biblia.
    Maria, mãe de Jesus aparece, sobretudo no chamado "evangelho da infância", que são os relatos presentes sobretudo nos Evangelhos de Mateus e Lucas que falam da infância de Cristo. Em Mateus, nos capítulos 1 e 2, Maria aparece na descrição da anunciação do nascimento de Cristo e no seu nascimento em Belém. Em Lucas, a partir de 1,26, é descrito de forma detalhada a anunciação pelo anjo Gabriel enviado a Maria. Depois, a partir de 1,39, fala de Maria que vai visitar sua prima Isabel, que também está grávida, de João Batista e ali presta serviço para sua prima. No capítulo 2 Lucas conta o nascimento de Jesus. De 2,41-2,50 conta o fato que o menino Jesus, com 12 anos, se perde dos pais e finalmente é encontrado por eles no Templo, ensinando os doutores. Lucas conclui o seu "evangelho da infância" dizendo: Sua mãe, porém, conservava a lembrança de todos esses fatos em seu coração. E jesus crescia em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e diante dos homens (Lucas 2,51-52)

    Durante o ministério de Jesus
    Durante a vida pública de Cristo, aparece a presença da sua mãe em:
    Bodas de Caná: Maria intercede em auxílio dos noivos, e Jesus opera o milagre transformando a água em vinho . João 2,1-12;
    A família de Jesus: "quem fizer a vontade de Deus, esse é meu irmão, irmã e mãe." Marcos 3,31-35
    Na paixão: Aos pés da cruz entrega sua mãe aos cuidados de João "eis tua mãe!" (João 19,25-27).
    E na igreja nascente Maria fazia parte da primeira comunidade, depois da ressurreição:
    Por tudo isto cremos na figura de Maria, temos como nossa Mãe e intercessora.

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