sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Assumindo e Compreendendo a Cruz de Cristo [Qual o significado da Cruz? Como ela vence o mal? A Cruz Sagrada Seja a Minha Luz!]






"A linguagem da cruz é loucura para os que se perdem, mas, para os que foram salvos, para nós, é uma força divina (...). Os judeus pedem milagres, os gregos reclamam a sabedoria; mas nós pregamos Cristo crucificado, escândalo para os judeus e loucura para os pagãos; mas, para os eleitos - quer judeus quer gregos - , força de Deus e sabedoria de Deus. Pois a loucura de Deus é mais sábia do que os homens, e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens." (I Cor 1, 18-25)

Histórica e repetidamente se usou demonstrar, através das formas de expressão do pensamento humano, que o mal tinha medo da Cruz. Nas vetustas histórias de vampiros e lobisomens – e outras ficções do gênero –, mostrava-se que o simples ato de exibir um crucifixo punha em fuga o ente maligno, e isso se tornou uma espécie de certeza inconsciente em cada pessoa, de modo que se imaginava e, por certo, ainda se imagina, que basta colocar um crucifixo em cima da porta para manter o mal longe de casa.

Isso não deixa de ser verdade, o crucifixo é um sinal poderoso, e nos faz lembrar do imenso amor de Cristo por nós, e da forma como o mal foi derrotado, justamente por aquilo que se imaginava fossem a fraqueza e a vergonha do mundo. Com efeito, aquilo que era tido por fraco e que não despertava interesse algum, a escória do mundo, foi escolhido por Deus e fortificado por Ele, para esmagar a cabeça da “serpente”, e confundir dos grandes dessa terra. Dessa feita, o demônio foi vergado e humilhado, tendo a cabeça esmagada pela Mulher - Maria Santíssima -, ou seja, justamente pela espécie humana que ele tanto despreza e tanto busca aniquilar.

Mas será que o ser humano vence o mal só pelo fato de ter um crucifixo na parede? Às vezes até esquecido ali, todo empoeirado?

A resposta é NÃO! Ter um crucifixo na parede é bom, atrai bênçãos e proteção, enfim, lembra-nos sempre de Cristo. Entretanto, é preciso compreender o real significado da Cruz, bem como a forma como transformaremos essa mesma Cruz em certeza de vitória contra todos os males.

Quando Jesus disse: “Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me” (Mateus, 16-24) não estava se referindo ao madeiro propriamente dito, ao lenho da cruz. Tomar a cruz é assumir os compromissos e dificuldades da vida, aceitando tudo o que sobrevém, sem nunca renunciar à Cruz. Quando enfrentamos dificuldades familiares, problemas no relacionamento e no trabalho, estamos carregando a cruz na nossa vida, sendo, justamente por isso, assemelhados a Jesus. E quando nos tornamos semelhantes a Jesus é que esmagamos a cabeça da “serpente”, não por força nossa, mas pela graça de Deus e de Nossa Senhora.

Por isso, é preciso aceitar essas situações difíceis, nos relacionamentos, na família, na vida em comum, afastando da mente o desejo de desistir de tudo. Não seja decepcionado ou decepcionada com seu casamento ou com sua vocação religiosa, ainda que as coisas não tenham saído como você sonhou. Não caia na ilusão de ficar pensando que se tivesse casado com outra pessoa a situação seria melhor ou se estivesse entrado nessa ou naquela congregação seria mais realizado ou realizada. Não cultive um sentimento de que “jogou a vida fora” quando casou com esta ou aquela pessoa, ou tomou esta ou aquela decisão, pois se assim você pensa, assim você repudia a Cruz. Do mesmo modo, não cultive decepções e frustrações caso seus filhos não tenham aceitado o caminho que você propôs ou tenham escolhido um caminho que lhe causa incômodos ou vergonha, mas reze contínua  e insistentemente pela conversão deles e para que neles se realize a vontade de Deus. Da mesma forma, não seja frustrado se não conseguiu o emprego que procurava ou se não passou no concurso que queria ou, ainda, se não recebeu o reconhecimento que esperava ou se não lhe foi confiado este ou aquele ministério, pois Deus sabe o que é melhor para você, o que lhe convém, ainda que isso pareça totalmente desproposital ou incompreensível.

Minha recomendação é que você coloque tudo em oração e diga a Nosso Senhor:
“Meu Senhor e meu Deus, eu aceito de bom grado tudo o que está acontecendo. Seja seu santo nome bendito para sempre. Aceito tudo e não me queixo de nada. Renuncio a toda murmuração e resmungos. Aceito tudo o que me aconteceu, do mesmo modo como foi, sem mudar nada. Da mesma forma, ofereço a vós, Meus Deus e Senhor, os sofrimentos da minha vida, os quais aceito com filial submissão, ofertando-os como penhor de salvação de todos os pecadores. Enfim, tudo ofereço pela obra da Redenção e em reparação aos pecados cometidos todos os dias contra o Sagrado Coração de Jesus e o Imaculado Coração de Maria; e tudo coloco em vossas mãos, para de tudo disponha como melhor vos aprouver.”



Logo você vai se sentir melhor, terá uma paz tão profunda no coração que nem mesmo todos os problemas serão capazes de ferir esse estado de quietação. Não é que não haverá problemas, de tempos em tempos haverá dias de tempestade e momentos difíceis, mas você, muito embora possa sofrer um abalo inicial, estará restabelecido e restaurado em pouquíssimo tempo; forjado na batalha, terá inúmeras oportunidades para glorificar a Deus com grandes vitórias. As tempestades – como eu dizia - podem até abalar você num impacto inicial, mas você levantará logo e, com o tempo, será como uma montanha rochosa, que firme e forte não sucumbirá diante dos problemas.

E saiba, mesmo que desabe ruidosa tempestade, com nuvens expessas e negras como o fumo, com raios e trovoadas, o SOL NÃO SE EXTINGUIU, e logo ele voltará a brilhar como sempre, radiante e cheio de explendor.

Mas para isso é preciso aceitar a Cruz e ter a disposição de permanecer nela até o momento em que Jesus der o seu “basta!”.

No mesmo sentido, deixo registrado que existe uma estrutura no mundo que busca de todas as formas fazer com que a pessoa renuncie à Cruz. São ilusões e mentiras acerca da felicidade, da aparência, das riquezas. Tudo é apresentado com um agradável aspecto, para que você renuncie à cruz e saia pelo mundo, fazendo as coisas que “todo mundo faz”, e ainda se justificando pelo “direito de ser feliz”. Dizem assim: “se sua esposa não lhe trata bem, troque-a por uma mais nova”; “se seu filho não o respeita, mande-o embora”; “se seu marido não lhe agradada, arrume outro”; “aproveite a vida”; e por aí vai.

Ai de quem segue esses conselhos!

Nós vencemos o demônio quando carregamos a cruz nas nossas vidas, e nos dispomos a permanecer nela até que Jesus, nos seus insondáveis desígnios, decida retirá-la ou aliviar-lhe o peso. É isso que derrota a tão horrível figura do demônio, carregar a Cruz do dia-a-dia com amor, paciência e total aceitação à vontade de Deus, dando-lhe, ainda, graças em todas as ocasiões.

Com efeito, quando procuramos evitar a Cruz ou fugir dela, o mal passa a ter mais força sobre nós. Quando assumimos a nossa Cruz, honramos nossos compromissos e obrigações, e adotamos a intenção de honrar nossos deveres até o fim, aí a cruz que nós carregamos brilha e atrai bênçãos, afugentando todos os males, trazendo uma paz profunda aos nossos corações.

Por oportuno lembro-me do notável Padre Pio de Pietrelcina, o “Crucificado do Gargano”, que dizia: "Estenda-se sobre a cruz para saborear os frutos da cruz." (Santo Padre Pio de Pietrelcina).

Portanto, é muito importante que aceitemos as nossas cruzes e carreguemos nossos fardos com amor, pois disso depende nossa vitória sobre todas as adversidades.

“Por que temes, pois, tomar a cruz, pela qual se vai aos céus? Na cruz estão a salvação e a vida, na cruz a proteção contra nossos inimigos. Da cruz manam as suavidades celestiais; na cruz estão a fortaleza da alma, a alegria do coração, o compêndio da virtude, a perfeição da santidade. Não há salvação da alma, nem esperança da vida eterna, senão na cruz. Toma, pois, a tua cruz, segue a Jesus, e chegarás à vida eterna. ”(Imitação de Cristo, Livro II, Capítulo XII)
O fragmento acima, retirado do livro “Imitação de Cristo”, demonstra bem a importância do tema ora proposto, uma vez que evidencia o estreito e difícil caminho (porta estreita) que deve o cristão trilhar para, em seguimento a Nosso Senhor Jesus Cristo, chegar à Vida Eterna.



Jesus mostrou, com palavras e exemplos, o caminho da vida eterna, afirmando que quem desejasse o prêmio da bem-aventurança deveria segui-lo, ou seja, passar pelo caminho que o Mestre mesmo passou, o caminho da cruz.



Mas, afinal, o que é a cruz? O que significa?



Pode-se, de forma genérica e sem rigor teológico, afirmar que a “cruz” é o conjunto de trabalhos, sofrimentos e dificuldades surgido involuntariamente em nossas vidas, e que somos obrigados a suportar. Em outras palavras, a “cruz” é o conjunto de fardos impostos à nossa existência, dos quais não podemos simplesmente renunciar ou desistir.



No evangelho de São Mateus, Capítulo 7, versículos de 24-27, observamos que:

“24. Aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as põe em prática é semelhante a um homem prudente, que edificou sua casa sobre a rocha. 25. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela, porém, não caiu, porque estava edificada na rocha. 26. Mas aquele que ouve as minhas palavras e não as põe em prática é semelhante a um homem insensato, que construiu sua casa na areia. 27. Caiu a chuva, vieram as enchentes, sopraram os ventos e investiram contra aquela casa; ela caiu e grande foi a sua ruína.”


Você percebe? Jesus afirma que virão “chuvas”, “enchentes” e “ventos”, que simbolizam os problemas que a vida nos traz. A “casa” somos nós mesmos, e construir a “casa” (nossa vida) sobre a “rocha” significa viver de acordo com a justiça do Reino dos Céus (ouvir a Palavra e a pôr em prática no dia-a-dia). Portanto, se o próprio Jesus afirma que virão problemas, a nós cabe buscar a ajuda divina para resolvê-los e vencê-los, carregando com amor e paciência os fardos, que são as dificuldades enfrentadas durante o período em que passamos por situações dolorosas.



Prosseguindo no Evangelho de São Mateus, observamos que:


“37. Quem ama seu pai ou sua mãe mais que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho mais que a mim, não é digno de mim. 38. Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. 39. Aquele que tentar salvar a sua vida, perdê-la-á. Aquele que a perder, por minha causa, reencontrá-la-á.” (Capítulo 10 37-39)


Aqui Jesus afirma expressamente que quem não toma a sua cruz e não O segue não é digno dEle. Este trecho demonstra que a cruz é indispensável à salvação, ou seja, somos obrigados a vencer nossas situações dolorosas e adversas, sob pena de não sermos dignos da salvação prometida por Jesus. Quando a “cruz” fica demasiadamente pesada, não temos outra escolha a não ser buscar a força do alto, rezando insistentemente, até que tenhamos vencido, pela misericórdia de Deus, todos os nossos problemas.

Ainda no Evangelho de São Mateus (16, 24-27), observamos que:



“24. Em seguida, Jesus disse a seus discípulos: Se alguém quiser vir comigo, renuncie-se a si mesmo, tome sua cruz e siga-me. 25. Porque aquele que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas aquele que tiver sacrificado a sua vida por minha causa, recobrá-la-á. 26. Que servirá a um homem ganhar o mundo inteiro, se vem a prejudicar a sua vida? Ou que dará um homem em troca de sua vida?... 27. Porque o Filho do Homem há de vir na glória de seu Pai com seus anjos, e então recompensará a cada um segundo suas obras.”


Neste trecho, Jesus afirma que a opção pelo Reino dos Céus exige renúncia e assunção da cruz. Em outras palavras, para se chegar ao Céu é preciso renunciar a tudo quanto se opõe a Deus, bem como suportar com paciência os trabalhos e as dificuldades impostas pela vida.

Em Mateus 7, 13-14 Jesus já havia afirmado que:



“13. Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. 14. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram.”


Isso significa que a opção pelo Reino de Deus exige esforço, esforço este que consiste em carregar a cruz e morrer nela até que Deus tome a decisão de aliviá-lo. Em outras palavras, o Reino de Deus é uma conquista das pessoas que lutam e pelejam, carregando sua cruz com amor e resignação, aceitando tudo o que lhes acontece, buscando sempre a força de Deus para superar as adversidades. Os acomodados e ociosos não sabem o que é, e abominam o caminho da Santa Cruz, pois escolheram deliberadamente a “porta larga” e o “caminho espaçoso”, que leva à perdição da alma.


No livro “Imitação de Cristo” consta que “Deus quer que aprendas a sofrer a tribulação sem alívio, sujeitando-se de todo a ele e fazendo-se mais humilde com a tribulação”. (Livro II, Capítulo XII). Lembre-se, ainda, que “Ninguém sente mais vivamente a paixão de Cristo que aquele que padece penas semelhantes”.

Quero, ainda, propor uma pergunta, um questionamento:

E SE EU FUGIR DA CRUZ?


“Se te eximires duma cruz, acharás certamente outra e por ventura mais pesada.”. Você percebeu? A “cruz” a gente aceita e carrega, não fazendo pouco quem suporta os trabalhos com paciência e resignação, isto é, sem revoltar-se. Quem carrega a sua “cruz” busca em Deus a consolação, força e alívio, que serão concedidos no tempo certo, conforme a sabedoria do Altíssimo. Lembre-se, que carregar a “cruz” é um exercício espiritual importantíssimo, sem o qual o homem não passaria de um animalzinho pensante (e mal pensante), e que quem foge de cruz é o “diabo”, não os seguidores de Jesus.


Além disso, observa-se que “todos os sofrimentos desta vida não têm proporção alguma com a glória que nos é prometida” (Romanos, 8, 18). E, convenhamos, é tudo o que nos interessa.
Por último, transcrevo parte de uma pregação de Dom Henrique Soares: "Faça a experiência do ESCÂNDALO DA CRUZ."


"...Gente, não brinquem! O mundo não é bonzinho nem simpático, os cristãos não são simpáticos ao mundo. A gente é tolo em achar que o mundo está de braços abertos pra gente. Jesus preveniu: "O mundo vos odeia... E odiou a Mim.". Jesus disse!... O que é odiar? Odiar no sentido bíblico é não querer bem! O mundo não nos estima, nós somos uns chatos; nós somos aquele que vêm lembrar o mundo coisas que o mundo não quer, de modo nenhum, aceitar. Não se iludam, gente! (...) Veja, a gente [nós] aceita a cruz com repugnância!... A gente [nós] pra aceitar a cruz tem de brigar a vida todinha pra se converter; e a gente quer fugir dela o tempo todo; a gente que é cristão; a gente que ama o Senhor; e vocês esperam que os de fora aceitem essa cruz brincando?!... Que juízo é esse da vida? A Cruz não é lógica, o caminho da Cruz não é um caminho natural; o caminho natural é o 'Eu cair fora' , 'é escapar, 'é eu salvar a minha vida'. O caminho natural é o que vocês vão escutar hoje, 'os doze fugiram', 'só deixaram [Judas] porque a marca do beijo da traição e...' 'e foi embora'. É interessante que no Concílio Vaticano II se discutia muito sobre a colegialidade episcopal, como os apóstolos eram um colégio [colegiado, grupo de pessoas], quer dizer, um grupo, de doze, tendo Pedro como 'cabeça'; os bispos são um colégio episcopal sucessor dos apóstolos, tendo o Bispo de Roma, o Papa, como 'cabeça'; aí tinha um Cardeal, o Cardeal Giuseppe Siri, aí ele, 'abusado', disse assim: 'Me mostrem no novo testamento uma única vez que os apóstolos tenham agido como colégio, como grupo? Porque eu só conheço uma, só uma vez os apóstolos agiram todos juntos: 'Eles correram e deixaram o Cristo sozinho.' E esta é a nossa tentação: 'Correr e deixar Cristo sozinho'. Na hora da humilhação, na hora do sofrimento; pegar a cruz e esconder [fez o gesto de mostrar a cruz para os fieis], colocar no bolso ou por dentro da camisa; é um jeito de dizer: 'Não conheço esse homem! Eu não tenho parte com Ele!' A Cruz não é lógica, nem pra gente e nem para o mundo. Quem acreditou naquilo que ouvimos, que o Filho de Deus, que o Messias seria crucificado (...). Eu insisto: 'Querem fazer a experiência do que é o escândalo da Cruz, no próximo sofrimento de vocês, o próximo momento difícil da vida, porque ele vem, né? A gente passa por período horríveis na vida, horríveis! Pois bem, no próximo período em que vocês estiverem assim, chorando, se acabando, vendo tudo fechado, você OLHEM PARA A CRUZ!... E digam: 'Senhor, é isso, né?' A Cruz a gente suporta, e abraça por amor de Jesus!... Como Jesus abraçou a dele. Então, não esperem... Vejam, a lógica de DEUS o mundo não aceita, não aceitará nunca!... Porque para a aceitar Cristo, tem que existir uma coisa chamada CONVERSÃO. Isso é pra mim que sou Bispo, é prá você... Ninguém aceita o Cristo: 'Ah! Que beleza! Que lindo! Que nada!..." Jesus fala, CON-VER-TEI-VOS!... Se é beleza, se é lindo, deixe seu pecado, deixe sua vida do 'seu jeito', e venha viver 'do Meu Jeito' [de acordo com a vontade de Deus] . E aqui a 'porca torce o rabo'; aqui muitos 'balançam cabeça' e dizem: 'Não, esta palavra é dura'. E Jesus não muda, nem 'dá desconto', nem 'faz abatimento'..."


Por isso, aceita sua Cruz e imite Jesus em tudo.
Isso não é tudo, mas é um bom começo.

A Paz de Jesus e o Amor de Maria!








4 comentários:

  1. Gostei muito desse texto. Às vezes lemos coisas que parecem que foram escritas especialmente para nós.

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  2. anônima 7 de julho 2012
    Gostei muito do texto, estou passando momentos dificeis mas sei q vou superar, Jesus, Maria e José minha família vossa é..Amém

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  3. Lindo Texto, Estava com duvida de onde colocar o crucifixo que vou comprar agora já sei, o mal entra e sai pela porta da frente.

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