sábado, 20 de agosto de 2011

A Alma Mais Forte – A que Está Repleta do Fogo do Puro Amor de Cristo! [Lição de Santa Faustina]



Prezados amigos, peço desculpas pelo tempo em que não escrevo no blog. Estou muito cheio de trabalho e assoberbado de compromissos.

Entretanto, gostaria de compartilhar uma parágrafo belíssimo do Diário de Santa Faustina, relativamente ao Fogo do Amor de Cristo e a alma mais forte.

Eis o fragmento:

“ 1643 – Ouve, Minha filha! Embora todas as obras que surgem da Minha vontade estejam sujeitas a grandes sofrimentos, reflete se alguma delas esteve sujeita a maiores dificuldades do que a obra diretamente Minha – a obra da Redenção. Não deves preocupar-te demais com as adversidades. O mundo não é tão forte quanto parece; sua força é estritamente limitada. Deves saber, Minha filha, que, se a tua alma estiver repleta do fogo do meu puro amor, então as dificuldades sumirão como a neblina perante os raios do sol, e não ousarão importunar uma alma assim. Todos os adversários têm medo de enfrentá-la, porque sentem que essa alma é mais forte que o mundo inteiro...”


Portanto, agora você já sabe, as almas mais fortes são aquelas que estão REPLETAS DO FOGO DO PURO AMOR DE CRISTO.

A paz de Jesus e o Amor de Maria.

sábado, 6 de agosto de 2011

Evite a Murmuração e a Maledicência, se queres encontrar a Cristo e unir-te a Ele.


Se houvesse um 11º mandamento, eu acho que seria NÃO MURMURARÁS!.

Digo isso, pois tenho visto com meus próprios olhos o estrago que os murmuradores fazem à Igreja e aos grupos de oração. Não bastasse isso, normalmente à murmuração acresce-se a maledicência, acabando por  trazer graves consequências a todos os fiéis.

Abaixo colaciono algumas passagens bíblicas, a fim de exortar todos os irmãos em Cristo Jesus a não murmurarem contra seu próximo, bem como que aprendam a guardar a paciência e o silêncio em todas as ocasiões.

(Sabedoria 1,10)


"É, com efeito, um ouvido cioso, que tudo ouve: nem a menor murmuração lhe passa despercebida."

(Eclesiástico 46,9)
"No tempo em que Moisés ainda vivia, praticou um ato de piedade com Caleb, filho de Jefoné, permanecendo firme contra o inimigo, impedindo o povo de pecar, e abafando a murmuração excitada pela malícia."

(I São Pedro 4,9)

"Exercei a hospitalidade uns para com os outros, sem murmuração."

(Êxodo 16,8)


"Moisés disse ainda: «Esta tarde, Javé dar-vos-á carne para comerdes e, pela manhã, pão com fartura, pois ouviu a murmuração que fizestes contra Ele. Quem somos nós? As vossas murmurações não são contra nós, mas sim contra Javé»."

Números, 11

"1.            O povo pôs-se a murmurar amargamente aos ouvidos do Senhor. O Senhor, ouvindo isso, irou-se: o fogo do Senhor acendeu-se entre eles e devorou a extremidade do acampamento.    
2.            O povo clamou a Moisés; Moisés orou ao Senhor e o fogo extinguiu-se.            
3.            Deu-se àquele lugar o nome de Tabeera, porque o fogo do Senhor se tinha acendido no meio deles.
4.            A população que estava no meio de Israel foi atacada por um desejo desordenado; e mesmo os israelitas recomeçaram a gemer: “Quem nos dará carne para comer?, diziam eles.          
5.            Lembramo-nos dos peixes que comíamos de graça no Egito, os pepinos, os melões, os alhos bravos, as cebolas e os alhos.   
6.            Agora nossa alma está seca. Não há mais nada, e só vemos maná diante de nossos olhos.”      
7.            O maná assemelhava-se ao grão de coentro e parecia-se com o bdélio.             
8.            O povo dispersava-se para colhê-lo; moía-o com a mó ou esmagava-o num pilão, cozia-o numa panela e fazia bolos com ele, os quais tinham o sabor de um bolo amassado com óleo.        
9.            Enquanto de noite caía o orvalho no campo, caía também com ele o maná.      
10.          Ouviu Moisés o povo que chorava, agrupado por famílias, cada uma à entrada de sua tenda. A cólera do Senhor acendeu-se com violência. Moisés entristeceu-se.       
11.          E disse ao Senhor: “Por que afligis vosso servo? Por que não acho eu favor a vossos olhos, vós que me impusestes a carga de todo esse povo?          
12.          Porventura fui eu que concebi esse povo? Ou acaso fui eu que o dei à luz, para me dizerdes: leva-o em teu seio como a ama costuma levar o bebê, para a terra que, com juramento, prometi aos seus pais? 
13.          Onde encontrarei carne para dar a todo esse povo que vem chorar perto de mim, dizendo: dá-nos carne para comer?               
14.          Eu sozinho não posso suportar todo esse povo; ele é pesado demais para mim.            
15.          Em lugar de tratar-me assim, rogo-vos que antes me façais morrer, se achei agrado a vossos olhos, a fim de que eu não veja a minha infelicidade! 
16.          O Senhor respondeu a Moisés: “Junta-me setenta homens entre os anciãos de Israel, que sabes serem os anciãos do povo e tenham autoridade sobre ele. Conduze-os à tenda de reunião, onde estarão contigo.         
17.          Então descerei e ali falarei contigo. Tomarei do espírito que está em ti e o derramarei sobre eles, para que possam levar contigo a carga do povo e não estejas mais sozinho.         
18.          Dirás ao povo: santificai-vos para amanhã, e tereis carne para comer, pois chorasses aos ouvidos do Eterno, dizendo: Quem nos dará carne para comer? Estávamos tão bem no Egito!... O Senhor vos dará carne, e comereis.      
19.          E comereis não só um dia, nem dois, nem cinco, nem dez, nem vinte, 
20.          mas durante um mês inteiro, até que ela vos saia pelas narinas e vos cause nojo: porque rejeitasses o Senhor que está no meio de vós e dissestes-lhe chorando: por que saímos nós do Egito?”
21.          Moisés disse: “Este povo, no meio do qual estou, conta seiscentos mil homens de pé, e dizeis que lhes dareis carne para que comam um mês inteiro!          
22.          Porventura matar-se-á tanta quantidade de ovelhas e bois até que tenham bastante? Ou juntar-se-ão todos os peixes do mar para fartá-los?” 
23.          O Senhor respondeu a Moisés: “Acaso será impotente a mão do Senhor? Verás sem demora se se fará ou não o que eu te disse.”            
24.          Moisés saiu e referiu ao povo as palavras do Senhor. Reuniu setenta homens dos anciãos do povo e os colocou em volta da tenda.
25.          O Senhor desceu na nuvem e falou a Moisés; tomou uma parte do espírito que o animava e a pôs sobre os setenta anciãos. Apenas repousara o espírito sobre eles, começaram a profetizar; mas não continuaram.         
26.          Dois homens tinham ficado no acampamento: um chamava-se Eldad e o outro, Medad, e o espírito repousou também sobre eles, pois tinham sido alistados, mas não tinham ido à tenda; e profetizaram no acampamento.            
27.          Um jovem correu a dar notícias a Moisés: “Eldad e Medad, disse ele, profetizam no acampamento.” 
28.          Então Josué, filho de Nun, servo de Moisés desde a sua juventude, tomou a palavra: “Moisés, disse ele, meu senhor, impede-os.”    
29.          Moisés, porém, respondeu: “Por que és tão zeloso por mim? Prouvera a Deus que todo o povo do Senhor profetizasse, e que o Senhor lhe desse o seu espírito!”              
30.          E Moisés retirou-se do acampamento com os anciãos de Israel.             
31.          Um vento mandado pelo Senhor, vindo das bandas do mar, trouxe consigo codornizes, e derramou-as sobre o acampamento, numa extensão de cerca de um dia de caminho para ambos os lados em volta do acampamento; e cobriam o solo, cerca de dois côvados de alto sobre a superfície da terra.           
32.          Levantou-se então o povo, e ajuntou durante todo aquele dia, toda a noite e todo o dia seguinte tantas codornizes, que aquele que menos ajuntou conseguiu encher dez homeres. E estenderam-nas, para si mesmos, em toda a volta do acampamento.
33.          Ainda a carne estava nos seus dentes, e ainda não estava mastigada, quando a cólera do Senhor se inflamou contra o povo e o Senhor feriu o povo com um grande flagelo.             
34.          Chamou-se àquele lugar Quibrot-Hataava, porque ali sepultou-se o povo que se deixara dominar pelo desordenado.  
35.          De Quibrot-Hataava, partiu o povo para Haserot, onde se deteve."

Por último, observo que a murmuração é reflexo de um coração ingrato, e quem não sabe dar graças, não guardará por muito tempo em si os benefícios do Senhor.



Deixemos, pois, de murmurar. Aceitemos a cruz de Cristo e façamos bom uso das virtudes, especialmente, a paciência, a compreensão, a oração, as práticas de misericórdia e o silêncio.



Saber calar é uma virtude, especialmente no momento adverso. Não acredite em quem diz que o coordenador, o padre, o líder comunitário "não tem boca para nada", pois os murmuradores não conseguem suportar o silêncio da alma especialmente escolhida por Deus, e acabam por desaparecerem.

A Paz de Jesus e o amor de Maria a todos.