domingo, 25 de janeiro de 2009

ANTES DE CRISTO E DEPOIS DE CRISTO



Muitas pessoas andam errantes pela vida, batendo de cabeça nos problemas, caindo pela tabelas, sem encontrar a solução para os problemas. Diante do desespero começam a freqüentar diversas religiões (provando um pouco de cada uma), procurando algo que só em Deus se encontra, a felicidade. São muitos os percalços, muitas as decepções, até que um dia alguém, pela mão da providência, sugere: procure a Deus!
Meio encabulada, a pessoa começa a lembrar da catequese, das orações em família, da vovó que andava pela casa com o terço na mão, e tinha tanta fé que comovia a todos. - É isso! Pensa a alma aflita, vou voltar para o meu Senhor, pois está escrito que Deus não rejeita ninguém.
De volta à casa do Pai, de volta à missa, ao terço, aos grupos de oração, a alma se felicita com o Criador, pela mudança daquele estágio depressivo e sem esperança, para um novo momento, de graças e alegria.
Entretanto, a cruz pessoal pesa sobre todos, estejam eles próximos ou longe de Deus. A vida nos traz problemas, e traz para todos. Diante disso a alma recém convertida é posta à prova e questiona: - Valeu mesmo voltar para Deus ou eu me iludi?
A inexperiência nas questões da fé deixa a pessoa preocupada e insegura. Será tudo uma ilusão? será que aquelas graças que eu pedi de fato foram graças, ou foram mero acaso?
A fé então vibrante sofre um abalo sísmico, um terremoto.
Sem saída a alma busca ajuda.
Sempre há alguém impulsionado pelo Espírito Santo, que pela inspiração divida diz:
- A vida traz problemas, e faz isso com freqüência. A cruz pesa sobre todos, e quem quer chegar ao céu precisa carregá-la, como Jesus literalmente o fez (com amor). O fato de estar perto de Deus não nos torna imune aos problemas, como o próprio Cristo não foi imune à cruz (mesmo que, se quisesse, pudesse rejeitá-la). O que realmente faz a diferença é que aqueles que estão perto de Deus sabem onde buscar auxílio para resolver seus problemas pessoais; quem está perto de Deus, confiando na majestade do Altíssimo, está sempre pronto a entregar-se aos cuidados dEle, colocando aos pés do trono suas necessidades.
Quem está perto de Deus também enfrenta problemas, mas os vence, pois Deus quer ser honrado e glorificado pela vitória daqueles que nEle confiam. Quem está perto de Deus tem suas feridas convertidas em luzes, assim como as chagas de Cristo se tornaram seu troféu, o símbolo máximo do Filho que se fez obediente até à morte, e morte de cruz.
Por outro lado, quem está longe de Deus acaba naufragando na vida. As cicatrizes são traumas e a desesperança faz com que cometa loucuras. Por não evitar cometer pecados, a alma solitária afunda-se cada vez mais e, quando os problemas inevitáveis da vida vêm, não tem onde buscar socorre eficiente.
A diferença, portanto, consiste nisso: Quem está perto de Deus tem problemas, mas estes problemas são vencidos, sendo como degraus de obrigam a alma fiel a evoluir rumo à perfeição. Quem está longe de Deus afunda, e sozinho não consegue mais levantar.
Portando, em hipótese alguma queiramos voltar ao tempo antes de Cristo, quando não havia esperança, não havia liberdade, e o peso invencível da derrota pesava sobre nós. PERTO E JUNTO DE DEUS SEMPRE!!! ACONTEÇA O QUE ACONTECER, pois o Pai sempre sabe o que é melhor para o filho.
Ao Senhor, o nosso Deus, poder, honra e glória para sempre, amém.

A paz de Jesus, o amor de Maria Mãe de Deus, a bênção de São Pio a todos.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Santa Faustina e a importância da caridade.


Prezados Amigos, é bom estar de volta e publicar no nosso blog tudo o que aprendemos da suprema sabedoria do Senhor, o nosso Deus, especialmente quando diz respeito a algo que nós é muito próximo.

Todos nós sabemos um pouco sobre a caridade. São Paulo dizia que todos os dons vão passar, mas a caridade será eterna.
A caridade é algo extraordinário. É uma das razões pela quais o Brasil, apesar da imensidão de pecados que são cometidos todos os dias, ainda é um pais abençoado. E é abençoado porque o povo é bom, é caridoso, é solidário.
A caridade é sublime, somente almas de elevada perfeição sabem seu real significado e alcance.
A caridade é algo insondável. Somente Deus pode mensurar a dignidade de tal ato.
Todos os santos deram copiosa demonstração de caridade e amor. Alguns se tornaram memoráveis, como é o caso de Santa Faustina Kowaslka.
Vejam a preciosidade que foi encontrada em seu diário (n. 1312)

“Jesus veio hoje à portaria na figura de um jovem pobre. Esse miserável jovem, com as vestes terrivelmente rasgadas, descalço e com a cabeça descoberta, estava com muito frio, porque o dia era chuvoso e frio. Pediu algo de quente para comer. Fui à cozinha e não encontrei nada para o pobres; mas depois de procurar por um momento, achei um pouco de sopa, que esquentei, ajuntei um pedaço de pão e ofereci ao pobre, que a tomou. No momento em que estava entregando o prato, deu-me a conhecer que era o Senhor do Céu e da Terra. Quando vi quem ele era, Quando vi quem era, desapareceu aos meus olhos. Entrando em casa, refleti sobre o que tinha sucedido na portaria, e ouvi estas palavras na minha alma. Minha filha, chegaram aos meus ouvidos as bênçãos dos pobres que, afastando-se da portaria, bendizem-me, e gostei dessa tua caridade nos limites da obediência e por isso desci do trono, para saborear o fruto da tua caridade.”

Você compreendeu bem? Percebeu o que há de extraordinário no gesto caridoso?
Lembre-se que Nosso Senhor Jesus Cristo prometeu que nem mesmo um copo de água, dado com amor, deixará de render uma recompensa a quem fizer tal ato de bondade.
Portanto, mãos à obra, Deus no coração e caridade ao irmão.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009









A lição da Borboleta

Sentado ao pé de uma árvore, um menino observava atentamente o lento nascimento de uma borboleta.
Há algumas horas ela se esforçava para fazer o corpo passar pela pequena abertura em seu casulo. Até que, num dado momento, pareceu ter ido o mais longe que podia; já não fazia mais nenhum progresso.
Aflito, o menino decidiu ajudar a borboleta. Com uma tesoura, cortou o casulo e a libertou. O corpo do inseto estava murcho e suas asas, amassadas. O menino continuou a observar a borboleta, certo de que, de uma hora para outra, ela sairia voando.
Mas, não foi isso o que aconteceu. Na verdade, o bichinho passou o resto da vida rastejando com um corpo fraco e as asas encolhidas. Nunca foi capaz de voar.
O menino só quis ajudar a borboleta. Mas ele não compreendia uma coisa: que era justamente por meio do esforço que o corpo e as asas dela se fortaleciam. Que era desse modo que Deus, em sua sabedoria, preparava-a para voar assim que deixasse o casulo.
Também nós, muitas vezes, precisamos passar por situações difíceis na vida. Se não fossem os obstáculos, o que nos tornaria fortes?
A vida é assim: pedimos força e recebemos dificuldades para nos fazer fortes; pedimos sabedoria e recebemos problemas para resolver; pedimos coragem e recebemos o desconhecido para enfrentar; pedimos amor e recebemos pessoas com problemas para ajudar; pedimos favores e recebemos oportunidades.
Talvez não recebamos exatamente o que pedimos. Mas sempre temos tudo de que precisamos.
Um abraço a todos, e a paz de Jesus e o amor de Maria!!
Ronaldo Pimentel da Costa,
Grupo de Oração Água Viva